Windows SharePoint Services and SharePoint Portal Server 2003

logo sharepoint services1. O que é o SharePoint Portal Server 2003?

O SharePoint Portal Server 2003 é o servidor de portal escalonável que conecta pessoas, equipes e conhecimento por meio de processos comerciais.

O SharePoint Portal Server 2003 integra informações de vários sistemas em uma solução segura por meio de recursos de conexão simples e de integração de aplicativos comerciais. Ele fornece ferramentas de gerenciamento e implantação flexíveis e facilita a colaboração ponto a ponto por meio da agregação, organização e pesquisa de dados. O SharePoint Portal Server 2003 também permite que os usuários encontrem, de forma rápida, informações relevantes por meio da individualização e personalização do conteúdo e do layout do portal, bem como pela definição do público-alvo. A definição de um público-alvo tem como objetivo informar e atualizar indivíduos com base em sua função organizacional, participação na equipe, interesse, grupo de segurança ou qualquer outro critério de participação que pode ser definido com o uso de notificações ou do Web Parts.
2. O que é o Windows SharePoint Services? Ele faz parte do SharePoint Portal Server 2003?

O Windows SharePoint Services é o mecanismo que permite criar sites para compartilhamento de informações e colaboração de documentos. Parte principal da infra-estrutura de operadores de informação fornecida no Microsoft Windows ServerT 2003, o Windows SharePoint Services oferece funcionalidade para o Microsoft Office System e outros aplicativos da área de trabalho e funciona como uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos.

Os sites do SharePoint fornecem comunidades para colaboração de equipe, permitindo que os usuários trabalhem juntos em documentos, tarefas e projetos. O ambiente é projetado para implantação, administração e desenvolvimento de aplicativos fácil e flexível.

3. Qual é a relação entre o SharePoint Portal Server 2003 e o Windows SharePoint Services?

O Microsoft SharePoint Products and Technologies (incluindo o SharePoint Portal Server 2003 e o Windows SharePoint Services) fornece soluções de colaboração escalonáveis com ferramentas flexíveis de implantação e gerenciamento. O Windows SharePoint Services fornece sites para colaboração de equipe e o SharePoint Portal Server 2003 conecta os sites, as pessoas e os processos comerciais – facilitando o compartilhamento de conhecimento e tornando as organizações mais inteligentes.

O SharePoint Portal Server 2003 também amplia os recursos do Windows SharePoint Services, fornecendo ferramentas organizacionais e de gerenciamento para sites do SharePoint e permitindo que as equipes publiquem informações para a organização inteira. Para obter mais informações sobre a relação entre o SharePoint Portal Server e o Windows SharePoint Services, visite a página Windows SharePoint Services and SharePoint Portal Server 2003.

4. Quais são os principais benefícios do SharePoint Portal Server 2003?

O SharePoint Portal Server 2003 foi desenvolvido com três objetivos principais: personalização, integração e colaboração. Os recursos de personalização permitem que operadores de informação e gerentes de sites criem e gerenciem sites pessoais, além de habilitá-los para pesquisa, definição de público-alvo e troca de experiência em assuntos relacionados. O SharePoint Portal Server 2003 fornece organização e integração simples de sites do Windows SharePoint Services, oferecendo um nível de descoberta e de gerenciamento em sites desconectados anteriormente dentro de uma organização. E os componentes de colaboração ampliados no SharePoint Portal Server 2003 permitem que as pessoas se conectem às informações e entre si.
5. Para quem o SharePoint Portal Server 2003 foi desenvolvido?

O SharePoint Portal Server 2003 foi desenvolvido para equipes e indivíduos em organizações de médio e grande porte.

6. Por que as organizações ou equipes devem considerar o uso do SharePoint Portal Server 2003?

O SharePoint Portal Server permite que as organizações criem e gerenciem sites pessoais e de equipe, integrem sites desconectados anteriormente, além de permitir que equipes e indivíduos colaborem mutuamente. Os clientes poderão localizar e organizar aplicativos, equipes, pessoas, bem como integrar e disponibilizar sites de colaboração de um local. Além disso, eles poderão obter acesso a informações relevantes contextualmente, incluindo Minha Equipe, Meu Site, Minhas Informações e tendo tudo isso como uma solução empresarial extensa e flexível. Os clientes também terão sites pessoais com exibições públicas e particulares; uma valiosa experiência de colaboração com integração do Office System e gerenciamento de conhecimento por meio de espaços empresariais, pessoais e de equipe.

7. Como ocorre a integração do SharePoint Products and Technologies com o Microsoft Office System?

O Microsoft Office System fornecerá uma integração significativa com o Windows SharePoint Services, permitindo que os usuários trabalhem juntos de modo mais eficiente em uma base ad hoc, utilizando sites do SharePoint e do Espaço de trabalho de documento. Eles são mostrados em um novo painel de tarefas nos documentos do Microsoft Office System.

Outros recursos incluem controle de versão, ferramentas de criação de site de Espaço de trabalho de reunião, links de dados ativos do Microsoft Office Excel 2003 e do Microsoft Office Access 2003 e compartilhamento de calendário.

8. Quais são os requisitos de sistema para o SharePoint Portal Server 2003?

Consulte os requisitos de sistema para o SharePoint Portal Server 2003.

links:

http://www.microsoft.com/brasil/office/sharepoint/faq.asp
http://www.technetbrasil.com.br/Artigos/Windows2003/FSDOCLIB/
http://www.microsoft.com/portugal/office/sharepoint/prodinfo/upgrade.mspx

Networking

Server/CAL License Options

New User-based License Options

  • Summary of the New Licensing Options

New Options for Microsoft Server Licensing

In December 2002, Microsoft announced new options for licensing Microsoft server products to address your business needs. These new options are particularly beneficial if you seek user-based licensing or a cost-effective way to allow your business partners and end-customers access to your licensed server software.

New User-based Server License Option

Microsoft has introduced user-based server licensing in the form of a User Client Access License (User CAL). The User CAL option will allow you to acquire a single CAL for an individual user that accesses server products from any number of devices instead of acquiring a CAL for each of those devices. Generally, User CALs benefit organization with more devices than users.

A Device CAL is still available. The Device CAL is licensed to an individual device that accesses Microsoft server products. Generally Device CALs benefit organizations with more users than devices.

The following basic guidelines will help you understand User CALs.

Generally, the User CAL option will be introduced with new versions of most server products that are licensed on a Server CAL basis. Microsoft currently anticipates the next version of the following products to include the User CAL option:

  • Microsoft® Windows® Server
  • Windows Server Terminal Server
  • Microsoft Exchange Server
  • Microsoft SharePointâ„¢ Portal Server
  • Microsoft SQL Serverâ„¢

As an exception to the general rule of introducing the User CAL option with new product versions, SQL Server 2000 will introduce the User CAL option in May 2003.

  • A Core CAL with user-based rights, or Core User CAL, will be available for the April 2003 launch of Windows Server 2003, at which time the User CAL and External Connector License options will be introduced.
  • Customers may purchase the Core User CAL through the Enterprise Agreement (EA) Platform via the new EA with Core User CAL enrollment or the Select Agreement.
  • Customers with Device CALs enrolled at the time of launch in Software Assurance (SA) through Open, Select, or EA agreements, or Core CALs acquired under an EA, will have the one-time right to convert any or all of these CALs to User, per the following rules:
    • SA for the Device CALs must be in effect at the time the User CAL option is initially introduced for the corresponding server product. In the case of Core CALs under an EA, the EA enrollment must be in effect when the Core User CAL is initially introduced in April 2003.
    • Customers may exercise the one-time option to switch eligible Device CALs to User CALs at any time during the remainder of the SA coverage period or term of the EA enrollment.
    • Customers will not be able to mix Core Device CAL and Core User CAL within a single EA enrollment. All Core CALs acquired under an EA enrollment must be either device-based CALs or user-based CALs.
  • As a general rule, all customers with CALs enrolled in SA will be able to switch between device-based and user-based upon renewal of the CAL SA coverage.

New External Connector License Option

External Connector licenses allow an unlimited number of external users to access an organization’s licensed Microsoft server products. External Connector users include partners and end-customers but not hosted services users.

Improvements to the Per Processor License Option

Microsoft has also introduced improvements to the Per Processor License model, which applies generally to Microsoft eBusiness server products. These changes will be particularly beneficial to those customers who utilize hardware partitioning, software partitioning or software emulation, or who install and run multiple instances of a server application on a server. These improvements are as follows:

  • Customers must acquire licenses for only those processors that are accessible to any operating system copy upon which the server software is set up to run.
  • Customers may install and run any number of copies of the server software on a server provided that the required number of processor licenses has been acquired.

Windows Server 2003 Terminal Services

Microsoft has recently announced the introduction of new licensing options to address customers’ business needs and to complement the technical capabilities of Microsoft Server Products. This is part of an ongoing effort to make licensing more consistent, predictable, and flexible. These new changes will first be available with the release of Microsoft® Windows® Server 2003, which includes the functionality of Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services and therefore affects the licensing of Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services.

The new options will be particularly beneficial to those who seek user-based licensing, who would like to provide server access to their end-customers or partners, or who run solutions that leverage multiple Microsoft server products.

Summary of the new licensing options

User Client Access License (User CAL)
The User Client Access License (User CAL) is designed to provide you with a manageable and cost-effective way to allow your users to access server software from any device. The User CAL eliminates the need for you to obtain a Device CAL for every device from which a particular user accesses your server software. If you prefer the current model, Device CALs will still be a licensing option. In general, you will have the option of acquiring Device and/or User CALs for new versions of Microsoft server products that are licensed on a Server/CAL basis. You should make this decision based on your own business needs.

a. For example, a company whose executives and sales people access Microsoft Windows Server from multiple devices (e.g., a work PC, a home PC, and a wireless PDA), would now be able to purchase 1 User CAL for each of those people rather than purchasing multiple Device CALs.

b. In comparison, a company whose employees share devices (e.g., a call center) may still opt to purchase 1 Device CAL for each device accessing the server software.

External Connector for External Users
The External Connector license is designed to provide you with a manageable and cost-effective way to allow your business partners and end-customers access to your licensed server software. For many, the External Connector license will be a simplified solution because it eliminates the need to count and purchase individual CALs for each business partner or end-customer accessing the licensed server software. This option will generally be available for new versions of Microsoft server products that are licensed exclusively on a Server/CAL basis (i.e., products without a processor-based licensing alternative). External Connector licenses cannot be used for hosting.

For example, a company that allows both suppliers and their end-customers to access its servers may have difficulty counting and tracking individual CALs for these users. As an alternative, this company would be able to purchase the External Connector license for each copy of the server software accessed by an unlimited number of their suppliers and/or end-customers.

Removal of the Operating System Equivalency Provision
As part of this announcement, Microsoft also announced that the provision for Operating System Equivalency (OS equivalency provision) will not apply to Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services. The OS equivalency provision states that there is no need for a Microsoft Windows Server Terminal Services Client Access License (CAL) for devices accessing Microsoft Terminal Services that are running a corresponding version of the Professional Edition of the Microsoft Windows Desktop Operating System.

Microsoft Windows Server Terminal Services Version Corresponding Versions of Windows Desktop Professional
Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services Microsoft Windows 2003 Professional (or later version of Windows Professional) Microsoft Windows NT® Server 4.0 Terminal Server Edition (Terminal Server was a separate product at the time of this version release) Microsoft Windows NT Workstation 4.0 (or later version of Windows XP Professional)

This decision was made based on:

  • Additional features/functionality that have been added to Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services.
  • The OS Equivalency provision that was inconsistent with Microsoft’s new software licensing framework, in providing consistent and flexible licensing terms.

Microsoft realizes that the removal of the OS Equivalency provision for Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services will affect some customers and is committed to ensuring that existing Microsoft customers who would like to take advantage of Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services features have a cost-effective way of doing so. As a result, we have developed a transition plan to provide a cost effective means for existing Volume Licensing customers to migrate to Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CALs, upon product launch.

New Value added to Windows Server 2003 Terminal Services
Microsoft has added new functionality to Microsoft Terminal Services in the Microsoft Windows Server 2003 release. This release of Microsoft Terminal Services software will provide more business value than previous releases and the additional functionality will provide customers with a better out-of-the-box solution. The following is a summary of some of the improvements that customers will be able to take advantage of:

Better User Experience
Advanced Resource Redirection: (Disk drives, Local and Network Printers, Serial devices, Smart Card, Clipboard, Time zone, Audio output, Windows key combos)
Hi Color (Up to 24-bit), 1600×1200

Enhanced Manageability
WMI, Group Policy, ADSI, MMC Snap-In, Software Restriction Policy
Microsoft Windows System Resource Manager (WSRM) – Included in Microsoft Windows Server 2003, Enterprise Edition

Increased Scalability
Scale-up: improvements to scalability in larger SMP systems
Scale-out: support for Load Balancing (Session Directory)

Enhanced Security
128-bit bi-directional RC4 encryption
FIPS (Federal Information Processing Standard) Encryption Level
Smart Card Support

Consistency with Microsoft’s New Software Licensing Framework
The introduction of the new options for licensing Microsoft software products that are licensed in the Server CAL model reflects our commitment to making licensing more consistent, flexible, and valuable to customers. We received feedback from customers that the OS Equivalency provision was inconsistent with those qualities for the following reasons:

  • The OS Equivalency Provision resulted in situations where customers were at risk of becoming noncompliant. In the past, if you were using the most current version of the desktop operating system, then you were granted access to Microsoft Windows Terminal Services in the Microsoft Windows Server Operating System. But if you upgraded to a new server operating system and didn’t upgrade your client operating systems, you were required to acquire Microsoft Windows Server Terminal Services CALs. Depending on your client upgrade cycles, you could easily find yourself moving in and out of compliance with licenses. This caused customers a great deal of frustration and confusion.
  • Microsoft Windows Terminal Services is adding the User CAL and External Connector options to solve many customer problems encountered with our previous Microsoft Windows Terminal Services licensing models. Keeping the OS Equivalency Provision, in conjunction with the new CAL options, would result in you having to do complicated calculations to figure out what to buy and when.
  • The new licensing model for Microsoft Windows Terminal Services in Microsoft Windows Server 2003 is more consistent with the Microsoft Windows Server licensing model. We received feedback from numerous customers that the licensing of Terminal Services was highly confusing, largely due to the OS Equivalency provision. Because Microsoft Windows CALs and Microsoft Windows Server Terminal Services CALs are both required when using Microsoft Windows Terminal Services, having the same license structure removes a layer of complexity.

Transition Plan for OS Equivalency Removal in Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services
Microsoft realizes that the removal of the OS Equivalency provision will affect some customers and is committed to ensuring that existing Microsoft customers who would like to take advantage of Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services features have a cost-effective way of doing so. As a result, we have developed a transition plan to provide a cost effective means for existing Volume Licensing customers to migrate to Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services CALs, upon product launch.

The following table summarizes the migration path to
Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services CALs for customers by agreement and license type, at the time of the Microsoft Windows Server 2003 Launch.

Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services CALs
Open License Microsoft Windows Desktop Professional Edition Upgrade L&SA/UA, with UA/SA active at the time of launch of Windows Server 2003 Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and SA/UA coverage during remaining term of SA/UA.
Microsoft Windows XP Professional Edition Upgrade L Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL
Microsoft Windows Desktop Operating System license (any edition or version other than Microsoft Windows XP Professional), not including SA/UA. Either 1) Acquire Microsoft Windows XP Professional Upgrade License before the launch of Microsoft Windows Server Terminal Services and receive a Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL, or 2) Acquire a CAL for Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services
Current Terminal Server Work at Home CAL Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL
Microsoft Windows Server Terminal Services CAL (any version other than Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services.) Either 1) Acquire Microsoft Windows XP Professional before the launch of Microsoft Windows Server Terminal Services and receive a Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL, or 2) Acquire a CAL for Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services
Terminal Services CAL&SA/UA, with UA/SA active at the time of launch of Windows Server 2003 Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and SA/UA coverage during the remaining term of SA/UA.
Select License Microsoft Windows Desktop Professional Edition Upgrade L&SA/UA, with UA/SA active at the time of launch of Windows Server 2003 Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and SA/UA coverage during remaining term of SA/UA.
Microsoft Windows XP Professional Edition Upgrade L Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL
Microsoft Windows Desktop Operating System license (any edition or version other than Microsoft Windows XP Professional), not including SA/UA. Either 1) Acquire a Microsoft Windows XP Professional Upgrade license before the launch of Microsoft Windows Server Terminal Services and receive a Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL, or 2) Acquire a CAL for Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services
Terminal Services Work at Home CAL Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL
Microsoft Windows Server Terminal Services CAL (any version other than Windows Server 2003 Terminal Services) Either 1) Acquire Microsoft Windows XP Professional before the launch of Microsoft Windows Server Terminal Services and receive a Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL or 2) Acquire a CAL for Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services
Terminal Services CAL&SA/UA, with UA/SA active at the time of launch of Windows Server 2003 Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and SA/UA coverage during the remaining term of SA/UA.
Enterprise Agreements (active enrollments) Microsoft Windows Desktop Operating System enrolled in an EA that is active at the time of launch of Windows Server 2003 Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and maintenance coverage during remaining enrollment term.
Terminal Services Work at Home CAL Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and maintenance coverage during remaining enrollment term (unless otherwise stated in your agreement).
Microsoft Windows Server Terminal Services CAL (any version)(without Microsoft Windows Desktop Operating System Upgrade) Receive Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CAL and maintenance coverage during remaining enrollment.
  • Note, Microsoft Windows Server 2003 Terminal Services CALs can be either User or Device CALs. However, Microsoft Windows Server Terminal Services will not be able to accommodate downgrades for User CALs (i.e. a Microsoft Windows 2003 Server Terminal Services User CAL cannot be downgraded to a Microsoft Windows 2000 Windows Terminal Services User CAL) because Microsoft Windows 2000 Terminal Services (and prior version) technologies only support Device CALs.

CAL Options

Microsoft CAL (Client Access License) Guide

What is a Client Access License (CAL)
If your company’s workstations are networked, you will utilize a network server and the workstations on the network will access that server(s) software to perform certain functions such as file and print sharing. In order to legally access this server software, a client access license or CAL may be required. A CAL is not a software product; rather it is a license that gives a user the right to access the services of the server.

Due to the technical nature of server products, CAL licensing can be a complicated area. We have created the following information to help you determine the need for CALs.

Below you will find information on a variety of Microsoft Server products and the licensing of CALs as it relates to those products. Before you read about how CALs apply to each product, a section on “Per Seat,” “Per Server,” or “Per Processor” licensing will be helpful:

Per Seat Licensing
With Per Seat licensing, any number of licensed computers and/or devices can be used to connect to the server. However, you must purchase CALs for each client computer and/or device where access to services is needed such as file and print, or Microsoft server applications. The following is a diagram illustrating Per Seat licensing:

Per Seat licensing is available for Windows 2003 Server, Windows NT Server, Exchange Server, SQL server, Site Server, SNA Server, Systems Management Server, Mobile Information Server, and SharePoint Portal Server.

Per Server Licensing
With Per Server licensing, a specified number of CALs are associated with a particular server. The number of devices that can legally access that server simultaneously is limited in Per Server licensing to the number of CALs purchased for that particular server. For example, if your organization chooses to deploy Windows NT Server in Per Server mode, purchasing 50 CALs will allow up to 50 devices to be connected to that server simultaneously. Because CALs in Per Server deployments are not permanently associated with a specific device, if your organization adds another Windows NT Server, and remains deployed in Per Server mode, separate Windows NT CALs will be required to access the second server. With Per Server deployments, the system administrator designates the number of CALs that apply to the server during setup, based on the number that have been purchased for that server. The following is a diagram illustrating Per Server licensing:

Per Server licensing is available for Windows 2003 Server, Windows NT Server, SQL Server 7.0, Site Server, and Site Server Commerce.

Per Processor Licensing
Under the Per Processor model, a customer acquires a Processor license for each processor running their server software. A Processor License includes access for an unlimited number of users to connect from either inside the corporate local area network (LAN) or wide area network (WAN) or outside the firewall. Customers do not need to purchase additional server licenses, CALs, or Internet Connector Licenses.

link

Internet

Tomcat

logo tomcatO Tomcat é um servidor de aplicações Java para web. É software livre e de código aberto desenvolvido dentro do conceituado projeto Apache Jakarta e oficialmente endossado pela Sun como a Implementação de Referência (RI) para as tecnologias Java Servlet e JavaServer Pages (JSP). O Tomcat é robusto e eficiente o suficiente para ser utilizado mesmo em um ambiente de produção.Tecnicamente, o Tomcat é um Container Web, parte da plataforma corporativa Java Enterprise Edition (J2EE ou Java EE) que abrange as tecnologias Servlet e JSP, incluindo tecnologias de apoio relacionadas como Realms e segurança, JNDI Resources e JDBC DataSources. O Tomcat tem a capacidade de atuar também como servidor web/HTTP, ou pode funcionar integrado a um servidor web dedicado como o Apache httpd ou o Microsoft IIS.

O Tomcat porém não implementa um container EJB. Para aplicações JEE que utilizam Enterprise JavaBeans (EJB), você deve procurar um servidor de aplicações JEE completo, como JBoss AS, IBM WebSphere, BEA WebLogic, Oracle AS, GlassFish, ou o J2EE SDK incluindo Sun Java System Application Server Platform Edition, implementação de referência para a plataforma JEE completa (Web e EJB), entre outros.

Tutorial Tomcat – Instalação e Configuração Básica

 JaJakarta

Internet Tips & tricks

Encontrar videos através do Google

-inurl:htm -inurl:html -inurl:php intitle:�index of� (mpg|avi|wmv) “Ronaldinho�

O operador (mpg|avi|wmv) também pode ser escrito (mpg or avi or wmv).

Post original em http://vitorm.webhs.org/blog/?p=1859

Networking

NetBIOS

O NetBIOS (abreviatura de Network Basic Input/Output System) é uma interface que fornece às aplicações de rede um serviço de transmissão orientado à conexão, um serviço de nomes para identificar seus usuários na rede e, opcionalmente, um serviço de transmissão de datagramas não confiável.

O NetBIOS também é uma API de programação do protocolo NetBEUI, que trabalha na camada 5 do modelo OSI (Camada de Sessão), fazendo a ligação entre os programas e o protocolo NetBEUI. O NetBIOS também pode ser utilizado em conjunto com outros protocolos diferentes, permitindo que os programas utilizem uma “linguagem” comum para acessar a rede, independentemente do protocolo que está instalado na máquina.

Foi desenvolvido inicialmente pela Sytec, em uma implementação residente numa placa IBM PC Network. Essa interface foi introduzida pela IBM em 1984, e usada pela Microsoft no sistema operacional de rede MS-Net.

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O NetBIOS (Network Input/Output System) é uma interface para programação de aplicações distribuídas. Foi desenvolvido inicialmente pela Sytec, em uma implementação residente numa placa IBM PC Network. Essa interface foi introduzida pela IBM em 1984, e usada pela Microsoft no sistema operacional de rede MS-Net.

O NetBIOS não é um protocolo e sim uma interface que fornece às aplicações de rede um serviço de transmissão orientado à conexão, um serviço de nomes para identificar seus usuários na rede e, opcionalmente, um serviço de transmissão de datagramas não confiável.

Nomes NetBIOS em redes Microsoft Windows

O espaço de nomes NetBIOS é plano e significa que todos os nomes dentro do espaço de nomes não podem ser duplicados. Eles usam até 16 caracteres em seu comprimento. Os recursos são identificados por nomes que são registrados dinamicamente, quando, os computadores, serviços ou aplicações entram em ação. Eles podem ser registrados como único, ou como um grupo. Um nome NetBIOS é usado para localizar um recurso solucionando o seu nome para um endereço IP.

Em redes Microsoft, estações e servidores permitem especificar os primeiros 15 caracteres de um nome NetBIOS pelo usuário ou administrador do sistema, mas reserva o décimo sexto caracter do nome NetBIOS para indicar um tipo de recurso (00-FF em hexadecimal). Alguns programas populares de terceiros também usam este caracter para identificar e registrar os serviços específicos deles. Um exemplo a seguir, lista nomes de NetBIOS usados através de componentes de rede Microsoft.

Nome único Serviço
computer_name[00h] Serviço de estação
computer_name[03h] Serviço de mensagem
computer_name[06h] Serviço RAS server
computer_name[1Fh] Serviço NetDDE
computer_name[20h] Serviço de servidor
computer_name[21h] Serviço RAS Client
computer_name[BEh] Serviço Network Monitor Agent
computer_name[BFh] Serviço Network Monitor Application
user_name[03] Serviço de mensagem
domain_name[1Dh] Serviço de Master browser
domain_name[1Bh] Serviço de Domain Master browser
Nome de Grupo
domain_name[00h] Serviço Domain name
domain_name[1Ch] Serviço Domain controllers
domain_name[1Eh] Serviço Browser service elections
\\–__MSBROWSER__[01h] Serviço Master browser

Para ver quais nomes um computador registrou, digite o seguinte comando: nbtstat -n

No Windows 2000 é permitido ré-registrar nomes com o servidor de nome depois que o mesmo já foi iniciado, e, para fazer isto, digite o seguinte comando: nbtstat -RR.

Métodos de Inscrição e Resolução

A seguir temos alguns métodos sobre os recursos de nomes NetBIOS em Redes TCP/IP Windows:

» Inscrição ou pesquisa de estações
» Inscrição ou pesquisa de servidores
» Inscrição ou pesquisa de domínio ou grupo de trabalhos
» Inscrição ou pesquisa de broadcast de sub-rede IP
» Pesquisa no arquivo LMHOST estático
» Pesquisa no arquivo HOST estático
» Pesquisa em servidores de DNS

O Tipo de nó, é quem define a ordem de inscrição e resolução de nomes NetBIOS. Os nós são apoiados em cima das seguintes técnicas:

Nó B – usa broadcast para inscrição de nome e resolução.

Nó P – usa um servidor de nomes NetBIOS(WINS) para inscrição de nome e resolução.

Nó M – usa broadcast para inscrição de nome. Para resolução de nome, tenta broadcast primeiro, mas passa a usar o nó P se não recebe nenhuma resposta.

Nó H – usa um servidor de nomes NetBIOS(WINS) para inscrição e resolução. Porém, se nenhum servidor de nome pode ser localizado, troca para o nó B. Continua pesquisando à rede atrás de um servidor de nome ou da inscrição/resolução em questão, se neste meio tempo acha um servidor de nome antes de obter a resposta, passa para o nó P.

Com base na determinação dos tipos de nó do dispositivo da rede, o entendimento prático da resolução de nomes NetBIOS segue os seguintes passos:

1) Independente do tipo de nó, é verificado o conteúdo do cache no nome NetBIOS local, que pode ser visualizado com o comando nbtstat -c, caso o nome esteja no cache, a resolução estará concluída.
2) Caso o nome não esteja no cache, este passo dependerá do tipo de nó vigente. Para sistemas com configurações H e P, o servidor WINS configurado será pesquisado. Já sistemas com configurações M e B, será enviado uma solicitação de resolução via broadcast no segmento local.
3) Caso a pesquisa ao servidor WINS falhe, e o broadcast também, o nó H enviará um broadcast no seguimento local para a resolução do nome, enquanto o nó M tentará algum servidor WINS.
4) Caso cada um dos passos acima falhe para o tipo de nó especificado, você poderá ainda configurar os servidores de WINS para utilizar o DNS ou o LMHosts.
5) Caso todos os passos acima tenham falhado, você receberá uma mensagem avisando que o caminho da rede não foi encontrado.

Sessões de NetBIOS são estabelecidas entre dois nomes. Por exemplo, quando uma estação Windows faz uma conexão para acessar arquivos compartilhado em um servidor que usa NetBIOS em cima do protocolo TCP/IP, a conexão se processa da seguinte forma:

1) O nome NetBIOS resolve o nome transformando em um endereço de IP.
2) O endereço de IP é solucionado por um controle de acesso por meio de endereço.
3) Uma conexão de TCP/IP é estabelecida da estação para o servidor, usando, a porta TCP 139.
4) A estação envia um pedido de sessão NetBIOS ao nome de servidor em cima da conexão de TCP/IP. Se o servidor está escutando naquele nome, responde afirmativamente, e uma sessão é estabelecida.

Quando a sessão de NetBIOS é estabelecida, a estação e o servidor negociam qual nível do protocolo SMB vão usar. Redes Microsoft usam só uma sessão de NetBIOS a qualquer hora entre a conexão de dois nomes.

NetBIOS Keep-alives é usado para verificar se a sessão que a estação e servidor abriram, podem ser mantidas. Então, se a estação está fechando, o servidor limpa a conexão e recursos associados eventualmente ou vice-versa. NetBIOS Keep-alives é controlado pelo parâmetro SessionKeepAlive do registro do Windows.

Datagramas são enviados de um nome para outro em cima do protocolo UDP, na porta 138. O serviço de datagramas pode enviar uma mensagem a um nome único ou para um nome de grupo. Nomes de grupo podem solucionar a uma lista de endereços IPs ou uma difusão. É nesse método, que uma única mensagem, pode ser enviada a um grupo de trabalho ou Domínio Windows.

Para que haja conexão em um recurso da rede usando um nome NetBIOS, normalmente são usados um dos comandos abaixo:

1) Net use * \\NomeNetbios\recurso. (existe a necessidade de resolução do nomes NetBIOS)

2) Net use * \\EndereçoIP\recurso. (com o número IP, a necessidade de resolução de nomes NetBIOS já não existe mais, embora o método seja o mesmo)

3) Net use * \\FQDN\recurso. (com FQDN “Nome de domínio completamente qualificado”, existe a necessidade do uso de um DNS, no qual, o nome será resolvido para um endereço IP. O método, ainda continua sendo o mesmo)

O utilitário IPCONFIG imprime a configuração TCP/IP relacionada a máquina. Quando se usa o parâmetro /all, o utilitário produz um relatório de configuração detalhado para todas as interfaces e inclui qualquer configuração. Digite o comando abaixo no prompt de comandos:

Nota.: Esse comando está presente nos Windows 98/ME/NT/2000.

Internet Networking

Como Funciona um ISP

Qualquer pessoa ou empresa pode ser provedor de acesso Internet no Brasil. Não existe nenhuma legislação que impeça ou que exija certificação técnica.
O que o provedor precisa para funcionar?

  • PLATAFORMA
  • TELECOMUNICAÇÕES
  • SUPORTE TÉCNICO
  • STAFF
  • COMENTÃ?RIOS
  • O ACESSO GRATUITO
  • ASPECTOS JURÃ?DICOSPLATAFORMASoftwares operacionais
    Servidores de Acesso (computadores conectados a linhas telefônicas) que recebem as chamadas dos usuários.

    Rádios que conectam o Provedor à Internet e por onde passam as informações do usuário após conectado.

    Servidores (Computadores e softwares) para armazenar os sistemas que permitem toda a operação:

    cadastramento de usuários (para autenticação do usuário),

    servidor de e-mail (correio eletrônico),

    servidor de web (hospedagem de páginas),

    servidor de chat (bate papo on line)

    servidores de segurança (secure Site Server)

    servidores de comércio eletrônico

    Firewall (sistema de segurança contra invasões)

    Softwares diversos de controle da operação

    TELECOMUNICAÇÕES

    Para atender as chamadas dos usuários. O provedor tem de Ter contratada da Operadora local, um número de linhas suficiente para o atendimento de chamadas simultâneas. A relação atual é de cerca de 1 (linha): por cada 12 usuários.

    Os provedores pagam pela instalação de tais linhas e mensalmente pagam como usuário comum. Detalhe – atualmente em S. Paulo as linhas fornecidas para os provedores, em feixes de 30 linhas, só podem ser usadas unidirecionalmente para receber chamadas, embora se pague o preço de linha comum bidirecional.

    Quando o usuário é conectado, após a identificação, o mesmo entra numa rede que lhe permite ficar nos servidores do provedor, ou sair para visitar outros sites espalhados pelo mundo.

    Dependendo do número de clientes do provedor que possam estar em simultaneo acessando, a banda ou link tem de ser compatíveis para não gerar lentidão na rede.

    Para que tal seja técnicamente possível, o provedor tem de contratar da Embratel uma conexão de serviço Internet (internacional) dedicada .

    Tal conexão, no Brasil só pode ser adquirida da Embratel e o seu preço, se comparado com os preços internacionais, por exemplo nos USA, chega a custar 8 vezes mais cara no Brasil.

    SUPORTE TÉCNICO

    Praticamente todos os provedores no Brasil hoje oferecem suporte técnico de atendimento ao cliente via telefone ou fax.

    São equipes que funcionam 24 horas por dia em 4 turnos.

    STAFF

    Todo o provedor ao se constituir em empresa com o objetivo de prover acesso à Internet tem de estabelecer equipes técnicas, – desenvolvimento, manutenção, atendimento, segurança, etc.

    Equipes administrativas capazes de cuidar do faturamento dos serviços a clientes, com cobrança bancária ou através de cartão de crédito realizam essas operações diáriamente.

    É necessário esclarecer que todo o processo que permite presatr serviço de acesso à Internet exige a manutenção de sistemas de back-up e sistemas redundantes para evitar perdas de prestação de serviço por parte de clientes.

    COMENTÃ?RIOS

    O provedor de acesso na busca da angariação de clientes despende gastos com marketing e publicidade. A manutenção desse cliente num cenário de alta competição exige a prestação de serviço de alta qualidade no caminho da fidelização do cliente.

    O serviço prestado pelos provedores é um alavancador do tráfego de telefonia gerado . Empresas de telecomunicações cobram pelo tempo de utilização das linhas telefonicas.

    O ACESSO GRATUITO

    Primeiro vamos analisar o que acontece com o acesso grátis em outros países:

    Na Inglaterra:

    Existem na Inglaterra dezenas de operadoras de telefonia, pois se trata de um mercado aberto.

    Existem centenas de provedores de Internet

    Os serviços prestados por cada uma das especialidades são, naturalmente distintos:

    As operadoras prestam serviço de telecomunicações e cobram pelo tempo que o usuário utiliza.

    Os provedores adicionam serviço de valor adicionado (suporte técnico, e-mail, web hosting, chat, segurança, etc.) e cobram esses serviços do usuário. Não cobram o acesso e sim apenas os serviços, por isso é chamado de acesso gratuito.

    Entretanto os provedores são disputados pelas operadoras que querem o trafego telefônico gerado pelos clientes desses Provedores. Como existem várias peradoras existe uma real competição que força a baixa de preços.

    ASPECTOS JURÃ?DICOS:
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  • Tutorials

    O que é necessário para se tornar um Provedor de Internet (ISP)

    O que é necessário para se tornar um Provedor de Internet (ISP)

    São necessárias poucas peças para se tornar um ISP. Dividindo-se a infra-estrutura de um ISP em três áreas distintas, consegue-se ver facilmente onde cada peça se encaixa.
    1. Rede Central – Esta parte é responsável pela conexão com a WAN. Isso resume a Internet, sendo uma rede de redes, ela é apenas uma simples conexão entre um ISP com outro ISP.
    2. Rede de Distribuição – Aqui é onde os serviços Backbone se conectam a rede de acesso. A Ethernet define o backbone do ISP e mantém tudo unido.
    3. Rede de Acesso – Aqui é onde os serviços de acesso são adicionados, por exemplo, esses podem ser os Servidores de Acesso Remoto (RAS), para modems dial up ou DSL para conexões de linhas dedicadas.
    A primeira peça do equipamento a se considerar é o switch Ethernet. Assim como o backbone do ISP, a Ethernet é o denominador comum que permite que equipamentos de diferentes fabricantes se interconectem. A partir do ponto de distribuição, um ISP pode adicionar serviços de acesso, assim como, largura de banda adicional.
    A rede de acesso do ISP é o ponto onde os usuários se conectam ao serviço. A forma mais comum é através de modems discados. Antes, os modems de mesa e os servidores de terminal eram a forma padrão para se conectar. Hoje, com a queda de preço das linhas E1 e dos modems V.90, um único equipamento integrado oferece a melhor solução. Esse equipamento é chamado Servidor de Acesso Remoto (RAS).

    O RAS se conecta à companhia telefônica local através de um linha E1, e ao switch Ethernet local. Quando os usuários fazem uma chamada para se conectar ao provedor , o RAS responderá a chamada com um de seus modems. Após conectar o usuário, o RAS pegará os pacotes IP e os enviará para a Internet.
    O RAS opera da seguinte maneira:

    1. Um usuário disca o número do telefone de acesso do ISP usando seu modem e o RAS responde a ligação através de um modem.
    2. Após conectar os modems, inicia-se uma sessão PPP entre o usuário e o RAS.
    3. Através do PPP, o RAS obtém o nome de usuário e a senha.
    4. O RAS pesquisa um servidor RADIUS e autentica o usuário.
    5. Sendo um usuário válido, o RAS lança automaticamente um endereço IP para o usuário e termina a configuração da conexão. O usuário está pronto para navegar pela Internet e enviar e-mails.

    A próxima peça é o roteador. Ele conectará a rede do ISP ao provedor upstream. É através deste provedor que se conecta a outras redes e hosts, ou em outras palavras à Internet. O provedor upstream, nada mais é do que um ISP que se conecta diretamente à rede mundial e vende serviço de acesso a ISP’s menores alocando sub redes.
    Em seguida são necessários os servidores.

    Os serviços básicos que qualquer ISP precisa para prover acesso, são:

    1. DNS – Resolução de nome de domínio primário/secundário

    2. RADIUS – Autenticação de usuário e contas

    3. WWW – Servidor Web

    4. E-mail – Provedor de serviços POP3/IMAP4 e SMTP
    DNS – é o método pelo qual os computadores traduzem nomes como www.blackbox.com.br em um endereço IP. Isso é feito porque todo tráfego na Internet é baseado em endereços IP e os nomes são mais fáceis para os seres humanos memorizarem.
    RADIUS (Remote Authentication Dial In User Service) – Serviço de autenticação remota de usuários discados. É o protocolo de autenticação, onde um cliente, como por exemplo um RAS, requer ao servidor RADIUS a validação de um usuário. Os nomes de usuários e senhas, assim como parametros adicionais são mantidos em um banco de dados centralizado. O registrador RADIUS rastrea as transações de autorização e autenticação e captura as estatísticas de cada sessão. Existem muitos servidores RADIUS gratuitos disponíveis na Web, e muitos sistemas tarifadores ISP incorporam suporte a RADIUS em seus pacotes.
    E-mail e hospedagem Web são as mais básicas e importantes partes do portifólio de serviços do ISP. Esses servidores enviam e armazenam os e-mails endereçados para os assinantes do ISP. Atualmente, a hospedagem Web é tão comum que ela é freqüentemente incluida no pacote de acesso básico. Todos os softwares necessários estão disponíveis gratuitamente na Web e normalmente vem pré-instalado com o sistema operacional. Opcionalmente, serviços de e-mail/www/FTP podem ser feitos com um servidor especial.
    Todos os quatro serviços podem ser executados em um único servidor, contudo, as modernas engenharias de rede difunde a distribuição entre dois ou três servidores. Isso permite o back-up de serviços em servidores alternados. Afinal, os assinantes querem serviços 24 horas por dia sem interrupções
    Como pode ser observado, hoje, a Internet representa um novo mercado de serviço de comunicação. Recurso de massa e baixo custo facilitaram a construção de um provedor de Internet. Com poucos equipamentos e alguns softwares gratuitos, ficou muito fácil montar um ISP.

    Networking

    RAS

    O RAS se conecta à companhia telefônica local através de um linha E1, e ao switch Ethernet local. Quando os usuários fazem uma chamada para se conectar ao provedor , o RAS responderá a chamada com um de seus modems. Após conectar o usuário, o RAS pegará os pacotes IP e os enviará para a Internet.
    O RAS opera da seguinte maneira:

    1. Um usuário disca o número do telefone de acesso do ISP usando seu modem e o RAS responde a ligação através de um modem.
    2. Após conectar os modems, inicia-se uma sessão PPP entre o usuário e o RAS.
    3. Através do PPP, o RAS obtém o nome de usuário e a senha.
    4. O RAS pesquisa um servidor RADIUS e autentica o usuário.
    5. Sendo um usuário válido, o RAS lança automaticamente um endereço IP para o usuário e termina a configuração da conexão. O usuário está pronto para navegar pela Internet e enviar e-mails.
    Internet Networking

    Radius

    O Radius (Remote Authentication Dial-In User Service) é um sistema de autenticação de utilizadores
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    RADIUS (Remote Authentication Dial In User Service) – Serviço de autenticação remota de usuários discados. É o protocolo de autenticação, onde um cliente, como por exemplo um RAS, requer ao servidor RADIUS a validação de um usuário. Os nomes de usuários e senhas, assim como parametros adicionais são mantidos em um banco de dados centralizado. O registrador RADIUS rastrea as transações de autorização e autenticação e captura as estatísticas de cada sessão. Existem muitos servidores RADIUS gratuitos disponíveis na Web, e muitos sistemas tarifadores ISP incorporam suporte a RADIUS em seus pacotes.
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    Radius is a protocol used by Remote Access Server‘s for user Authentication. User Credentials are forwarded to a Radius server, which in turn manages a Credentials database. It is the Radius server, rather than individual Remote Access Server‘s, which carries out Authentication.
    This delegation of the Authentication process allows users to have a single set of Credentials across all Remote Access Server‘s, and perhaps to use the same credentials on some host Operating System, such as Unix or NetWare.
    Unlike TACACS, Radius is an encrypted protocol, and supports the encrypted exchange of Credentials between the remote end-user and the Authentication Server.

    SQL Server

    SQL Server 2000 Data Types

    Built-in data types SQL Server 2000 ships with 27 built-in (system) data types

    Data Types Description
    bigint Integer data from -2^63 through 2^63-1
    int Integer data from -2^31 through 2^31 – 1
    smallint Integer data from -2^15 through 2^15 – 1
    tinyint Integer data from 0 through 255
    bit Integer data with either a 1 or 0 value
    decimal Fixed precision and scale numeric data from -10^38 +1 through 10^38 -1
    numeric Fixed precision and scale numeric data from -10^38 +1 through 10^38 -1
    money Monetary data values from -2^63 through 2^63 – 1
    smallmoney Monetary data values from -214,748.3648 through +214,748.3647
    float Floating precision number data from -1.79E + 308 through 1.79E + 308
    real Floating precision number data from -3.40E + 38 through 3.40E + 38
    datetime Date and time data from January 1, 1753, through December 31, 9999,with an accuracy of 3.33 milliseconds
    smalldatetime Date and time data from January 1, 1900, through June 6, 2079,with an accuracy of one minute
    char Fixed-length character data with a maximum length of 8,000 characters
    varchar Variable-length data with a maximum of 8,000 characters
    text Variable-length data with a maximum length of 2^31 – 1 characters
    nchar Fixed-length Unicode data with a maximum length of 4,000 characters
    nvarchar Variable-length Unicode data with a maximum length of 4,000 characters
    ntext Variable-length Unicode data with a maximum length of 2^30 – 1 characters
    binary Fixed-length binary data with a maximum length of 8,000 bytes
    varbinary Variable-length binary data with a maximum length of 8,000 bytes
    image Variable-length binary data with a maximum length of 2^31 – 1 bytes
    cursor A reference to a cursor
    sql_variant A data type that stores values of various data types,except text, ntext, timestamp, and sql_variant
    table A special data type used to store a result set for later processing
    timestamp A database-wide unique number that gets updated every timea row gets updated
    uniqueidentifier A globally unique identifier

    User-defined data types

    SQL Server 2000 supports user-defined data types too. User-defined data types provide a mechanism for applying a name to a data type that is more descriptive of the types of values to be held in the object. Using user-defined data type can make it easier for a programmer or database administrator to understand the intended use of any object defined with the data type. The user-defined data types are based on the system data types and can be used to predefine several attributes of a column, such as its data type, length, and whether it supports NULL values. To create a user-defined data type, you can use the sp_addtype system stored procedure or you could add one using the Enterprise Manager. When you create a user-defined data type, you should specify the following three properties:

    • Data type’s name.
    • Built-in data type upon which the new data type is based.
    • Whether it can contain NULL values.

    The following example creates a user-defined data type based on money data type named cursale that cannot be NULL:

    EXEC sp_addtype cursale, money, 'NOT NULL' GO

    Both system and user-defined data types are used to enforce data integrity. It is very important that we put forth a lot of effort while designing tables: the better you design your tables, the more time you can work without any performance problems. In an ideal case, you never will update the structure of your tables.